25 de janeiro de 2011
Estação de Duas Igrejas
Estação terminal da antiga Linha do Sabor, em Duas Igrejas, Miranda do Douro.
13 de outubro de 2010
2 de setembro de 2010
4ª edição do Raid BTT "Rota dos Moinhos de Água"
Grupo recreativo e desportivo e cultural de Caçarelhos com a colaboração de Trilhosbtt.com, convida-o a participar na 4ª edição do Raid BTT “Rota dos Moinhos de Água”, que se realizará no dia 12 de Setembro de 2010, com partida junto ao Polidesportivo, pelas 9.00 horas.
O Raid BTT “Rota dos Moinhos de Água” é um passeio ao estilo mini-maratona entre montanhas e lindas paisagens transmontanas, com passagem por vários Moinhos (no Carvalhal, em Caçarelhos e no Rio Angueira, a caminho de Sº Joanico). Nesta edição, o Raid contém, como vem sendo hábito, três percursos: um com cerca de 50 Km, outro com cerca de 30 Km e um de 15 km.
Para aqueles que não querem pedalar, a organização preparou, um passeio pedestre.
A 4ª Edição do Raid BTT possui novos trilhos, tornando-a ainda mais espectacular. Inicia-se junto ao polidesportivo, percorre a aldeia, seguindo para a quinta de Sº Tomé subindo o rio até Sº Joanico onde será servido um reforço alimentar. Prosseguindo em direcção à freguesia de Caçarelhos. Na passagem pela freguesia de Caçarelhos será colocado o ponto final para os 30 km. Os participantes com forças físicas continuam para os 50 km.
Para outras informações: fotos e regulamentos da actual e anterior edição; http://www.trilhosbtt.com
Informações gerais. geral@trilhosbtt.com Tel: 96 2567292
- Aos menores de 18 anos será exigido um termo de responsabilidade, assinado pelos pais.
- É obrigatório o uso de capacete devidamente colocado durante todo o percurso.
- Todo o comportamento antidesportivo implicará a desclassificação do atleta.
O Raid BTT “Rota dos Moinhos de Água” é um passeio ao estilo mini-maratona entre montanhas e lindas paisagens transmontanas, com passagem por vários Moinhos (no Carvalhal, em Caçarelhos e no Rio Angueira, a caminho de Sº Joanico). Nesta edição, o Raid contém, como vem sendo hábito, três percursos: um com cerca de 50 Km, outro com cerca de 30 Km e um de 15 km.
Para aqueles que não querem pedalar, a organização preparou, um passeio pedestre.
A 4ª Edição do Raid BTT possui novos trilhos, tornando-a ainda mais espectacular. Inicia-se junto ao polidesportivo, percorre a aldeia, seguindo para a quinta de Sº Tomé subindo o rio até Sº Joanico onde será servido um reforço alimentar. Prosseguindo em direcção à freguesia de Caçarelhos. Na passagem pela freguesia de Caçarelhos será colocado o ponto final para os 30 km. Os participantes com forças físicas continuam para os 50 km.
Para outras informações: fotos e regulamentos da actual e anterior edição; http://www.trilhosbtt.com
Informações gerais. geral@trilhosbtt.com Tel: 96 2567292
- Aos menores de 18 anos será exigido um termo de responsabilidade, assinado pelos pais.
- É obrigatório o uso de capacete devidamente colocado durante todo o percurso.
- Todo o comportamento antidesportivo implicará a desclassificação do atleta.
25 de agosto de 2010
VIII Edição da Feira do Naso
Realiza-se a 4 de Setembro a VIII Edição da Feira do Naso e o Concurso Regional e Mostra de Exemplares da Raça Asinina de Miranda, na aldeia de Póvoa, Miranda do Douro. A organização é da AEPGA - Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino. A entrada é livre.
"A VIII Edição pretende-se afirmar, mais uma vez, como uma iniciativa revitalizadora de antigas tradições e promover a única Raça de Asininos reconhecida em Portugal – Raça Asinina de Miranda. Do programa da Feira faz parte a tradicional gincana de burros, o desfile de burros ornamentados com antigos artefactos, um concurso para eleger os melhores exemplares da raça e um almoço convívio, com a presença dos gaiteiros da região", explicam os organizadores.
"Apesar de termos assistido a um aumento bastante significativo do número de nascimentos desde a I Edição da Feira do Naso e de haver uma maior motivação dos criadores do solar da raça para a reprodução das suas burras, contribuindo para o rejuvenescimento da população existente, a situação actual da Raça Asinina de Miranda ainda continua a ser preocupante, sendo considerada uma raça muita ameaçada pelo Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas. Nesse sentido, estas feiras constituem excelentes oportunidades para captar a atenção dos mais jovens e sensibilizar criadores e interessados, para a importância da preservação deste património genético, ecológico e cultural que representa a Raça Asinina de Miranda", acrescentam.
Contactos:
Telef: 273.739.307
Telem: 96.615.11.31 ou 96.005.07.22
Email: burranco@gmail.com
Fonte: Público
"A VIII Edição pretende-se afirmar, mais uma vez, como uma iniciativa revitalizadora de antigas tradições e promover a única Raça de Asininos reconhecida em Portugal – Raça Asinina de Miranda. Do programa da Feira faz parte a tradicional gincana de burros, o desfile de burros ornamentados com antigos artefactos, um concurso para eleger os melhores exemplares da raça e um almoço convívio, com a presença dos gaiteiros da região", explicam os organizadores.
"Apesar de termos assistido a um aumento bastante significativo do número de nascimentos desde a I Edição da Feira do Naso e de haver uma maior motivação dos criadores do solar da raça para a reprodução das suas burras, contribuindo para o rejuvenescimento da população existente, a situação actual da Raça Asinina de Miranda ainda continua a ser preocupante, sendo considerada uma raça muita ameaçada pelo Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas. Nesse sentido, estas feiras constituem excelentes oportunidades para captar a atenção dos mais jovens e sensibilizar criadores e interessados, para a importância da preservação deste património genético, ecológico e cultural que representa a Raça Asinina de Miranda", acrescentam.
Contactos:
Telef: 273.739.307
Telem: 96.615.11.31 ou 96.005.07.22
Email: burranco@gmail.com
Fonte: Público
8 de agosto de 2010
5 de agosto de 2010
Capela - Genísio
Pormenor da porta de uma capela, em Genísio.
La Lhienda de la Boubielha
Cierto die, hai muitos anhos,
Las pessonas de Zenízio, bírun un
Páixaro mui guapo que tenie un
Cuculho na cabeça.
Esse páixaro era la Boubielha.
Confundindo-lo cun Nuossa Senhora,
Juntórun-se todos a la boç de l Regidor i na
Reberência a la Birge de la Coquelhuda
(Pus assi chamórun a l’abe), fúrun stendendo
Lhençoles i telas de lhino brancos, para que assi pousasse e benisse pa l’Eigreija, dezindo:
- Senhora de la Coquelhuda, pousai na branco!
Mas l’abe, por su beç, bolaba de arble para arble, até que de l’alto dun uolmo cantou:
- Bu, bu, bu! Bu, bu, BU! Bu, Bu!...
De boca abierta i delorosa, de zinolhos no chano, la giente de Zenízio respundie:
- Ah, Birge de la Coquelhuda, nun bos merecemos!
Chamai-nos burros i nós que l somos.
Desde para lantre, ls habitantes de l pobo de Zenízio passórun a ser coincidos
por boubielhos, nun gustando mesmo nadica de l nome.
Mas la lhienda tem muita fuórça!
Cousas de nuossos abós!
La Lhienda de la Boubielha
Cierto die, hai muitos anhos,
Las pessonas de Zenízio, bírun un
Páixaro mui guapo que tenie un
Cuculho na cabeça.
Esse páixaro era la Boubielha.
Confundindo-lo cun Nuossa Senhora,
Juntórun-se todos a la boç de l Regidor i na
Reberência a la Birge de la Coquelhuda
(Pus assi chamórun a l’abe), fúrun stendendo
Lhençoles i telas de lhino brancos, para que assi pousasse e benisse pa l’Eigreija, dezindo:
- Senhora de la Coquelhuda, pousai na branco!
Mas l’abe, por su beç, bolaba de arble para arble, até que de l’alto dun uolmo cantou:
- Bu, bu, bu! Bu, bu, BU! Bu, Bu!...
De boca abierta i delorosa, de zinolhos no chano, la giente de Zenízio respundie:
- Ah, Birge de la Coquelhuda, nun bos merecemos!
Chamai-nos burros i nós que l somos.
Desde para lantre, ls habitantes de l pobo de Zenízio passórun a ser coincidos
por boubielhos, nun gustando mesmo nadica de l nome.
Mas la lhienda tem muita fuórça!
Cousas de nuossos abós!
30 de julho de 2010
24 de julho de 2010
Festa da Santíssima Trindade em Fonte de Aldeia
No dia 30 de Maio, quando regressava de uns dias passados em Miranda do Douro, apercebi-me de que era o dia da festa em honra da Santíssima Trindade, em Fonte de Aldeia. Trata-se de uma festa com algumas particularidades e que, apesar de passar uma década a percorrer todo o concelho, nunca presenciei.
Fiz um desvio pelo centro da aldeia para me encaminhar para o outeiro onde se encontra a capela. Apesar de nunca ter presenciado a festa, já visitei várias vezes o local, nos meus passeios de bicicleta.
A capela, apesar de estar no alto da colina, está completamente tapada pela vegetação, principalmente sobreiros. Tem dois acessos: um, pouco depois de se sair da aldeia em direcção a Prado Gatão, virando à esquerda; outro, directamente da estrada nacional, quem vem de Sendim, junto a um nicho.
Quando cheguei à capela havia bastantes pessoas no recinto. É depois da eucaristia que acontecem os momentos mais características desta festa. A juventude, principalmente rapazes, juntam-se em grupos, por aldeias, segurando grandes ramos de árvores e dão voltas em torno da capela gritando vivas. Estes grupos, não raras vezes, entravam em confronto uns com os outros. No início do séc. XX havia grandes disputas, uma vez que os desentendimentos surgidos ao longo do ano eram adiados para a festa da Santíssima Trindade.
Era necessário deslocar forças de ordem a cavalo, vindas de Bragança, para tentarem menorizar os tumultos. Há uma cruz de pedra no recinto que dizem assinalar o local onde um agente dessas forças foi morto em plena festa.
Infelizmente já não cheguei a tempo de assistir a essa tradição. Foi pena. Aos poucos, muitas das tradições vão-se perdendo e receio não ter muitas oportunidades como a daquele dia.
As pessoas preparavam-se para a procissão que desceria da capela até à aldeia.
Entrei na capela, foi a primeira vez que o fiz. É um espaço pequeno daí a terem erigido um bonito altar, no exterior, para a celebração da Eucaristia. O que chama imediatamente à atenção são as pinturas existentes nas paredes, representando muitas delas cenas da vida do Menino Jesus. Dir-se-ia tratar-se de uma capela dedicada ao Menino Jesus, mas não. No altar, ricamente decorado com antúrios vermelhos e gladíolos brancos, não havia nenhuma imagem no ponto mais elevado. Deve ser o local da imagem da Santíssima Trindade. Num nível mais baixo havia uma imagem, muito pouco comum, que centrava a atenção. É o "Padre Eterno" - disseram-me. A imagem representa um ansião que parece cuidar de uma mulher com um menino ao colo. A desproporção entre o ansião e os restantes elementos é representativo da poder. Talvez represente o Deus Pai, que cuida de Nossa Senhora e do Menino, o Deus Filho. No painel por detrás do pequeno altar há pinturas bastante apagadas, em tons quase sépia. Numa olhada rápida é possível distinguir à direita o que parece ser a Ascenção do Senhor; à esquerda a Jesus Cristo com os apóstolos; por cima, um ansião, um rei? Deus, O todo poderoso?
A um canto do altar, quase passando despercebida, está uma caixa em madeira com a frente em vidro. No seu interior está uma imagem com dois bustos. Um dos bustos é homem, tem barba e a boca muito aberta. O segundo busto, mais conservado, tem um lenço a cobrir a cabeça, tendo contornos femininos. Trata-se de uma relíquia religiosamente guardada na igreja matriz da aldeia. Não consegui saber mais nada sobre ela.
O tosco destas imagens contrastava com a perfeição da imagem que representa a Santíssima Trindade, já colocada sobre o andor. Esta imagem tem três personagens masculinas: a do centro, mais velha, segurando o ceptro do poder, o Pai; à direita uma imagem mais jovem segurando um cordeiro, o Filho, que se deixou imolar; à esquerda, uma figura masculina semelhante, segurando uma pomba, o Espírito Santo.
Concentrado nestes pequenos pormenores quase me abstraí do que se passava à minha volta. Os som dos instrumentos de sopro da Banda Filarmónica de Miranda do Douro chamaram-me à realidade.
Três andores foram transportados para a frente da capela e iniciaram depois a descida em direcção à aldeia. Como em quase todos as procissões que tenho visto, os fieis eram poucos. Além das pessoas que transportavam os estandartes, bandeiras, andores e dos elementos da banda, poucos eram os que seguiram a pé, estrada abaixo.
Eu deixei a capela, pouco depois e continuei o meu caminho em direcção a Mogadouro. Ainda não foi este ano que acompanhei as cerimónias destas festas, mas, quem sabe...
Fiz um desvio pelo centro da aldeia para me encaminhar para o outeiro onde se encontra a capela. Apesar de nunca ter presenciado a festa, já visitei várias vezes o local, nos meus passeios de bicicleta.
A capela, apesar de estar no alto da colina, está completamente tapada pela vegetação, principalmente sobreiros. Tem dois acessos: um, pouco depois de se sair da aldeia em direcção a Prado Gatão, virando à esquerda; outro, directamente da estrada nacional, quem vem de Sendim, junto a um nicho.
Quando cheguei à capela havia bastantes pessoas no recinto. É depois da eucaristia que acontecem os momentos mais características desta festa. A juventude, principalmente rapazes, juntam-se em grupos, por aldeias, segurando grandes ramos de árvores e dão voltas em torno da capela gritando vivas. Estes grupos, não raras vezes, entravam em confronto uns com os outros. No início do séc. XX havia grandes disputas, uma vez que os desentendimentos surgidos ao longo do ano eram adiados para a festa da Santíssima Trindade.
Era necessário deslocar forças de ordem a cavalo, vindas de Bragança, para tentarem menorizar os tumultos. Há uma cruz de pedra no recinto que dizem assinalar o local onde um agente dessas forças foi morto em plena festa.
Infelizmente já não cheguei a tempo de assistir a essa tradição. Foi pena. Aos poucos, muitas das tradições vão-se perdendo e receio não ter muitas oportunidades como a daquele dia.
As pessoas preparavam-se para a procissão que desceria da capela até à aldeia.
Entrei na capela, foi a primeira vez que o fiz. É um espaço pequeno daí a terem erigido um bonito altar, no exterior, para a celebração da Eucaristia. O que chama imediatamente à atenção são as pinturas existentes nas paredes, representando muitas delas cenas da vida do Menino Jesus. Dir-se-ia tratar-se de uma capela dedicada ao Menino Jesus, mas não. No altar, ricamente decorado com antúrios vermelhos e gladíolos brancos, não havia nenhuma imagem no ponto mais elevado. Deve ser o local da imagem da Santíssima Trindade. Num nível mais baixo havia uma imagem, muito pouco comum, que centrava a atenção. É o "Padre Eterno" - disseram-me. A imagem representa um ansião que parece cuidar de uma mulher com um menino ao colo. A desproporção entre o ansião e os restantes elementos é representativo da poder. Talvez represente o Deus Pai, que cuida de Nossa Senhora e do Menino, o Deus Filho. No painel por detrás do pequeno altar há pinturas bastante apagadas, em tons quase sépia. Numa olhada rápida é possível distinguir à direita o que parece ser a Ascenção do Senhor; à esquerda a Jesus Cristo com os apóstolos; por cima, um ansião, um rei? Deus, O todo poderoso?
A um canto do altar, quase passando despercebida, está uma caixa em madeira com a frente em vidro. No seu interior está uma imagem com dois bustos. Um dos bustos é homem, tem barba e a boca muito aberta. O segundo busto, mais conservado, tem um lenço a cobrir a cabeça, tendo contornos femininos. Trata-se de uma relíquia religiosamente guardada na igreja matriz da aldeia. Não consegui saber mais nada sobre ela.
O tosco destas imagens contrastava com a perfeição da imagem que representa a Santíssima Trindade, já colocada sobre o andor. Esta imagem tem três personagens masculinas: a do centro, mais velha, segurando o ceptro do poder, o Pai; à direita uma imagem mais jovem segurando um cordeiro, o Filho, que se deixou imolar; à esquerda, uma figura masculina semelhante, segurando uma pomba, o Espírito Santo.
Concentrado nestes pequenos pormenores quase me abstraí do que se passava à minha volta. Os som dos instrumentos de sopro da Banda Filarmónica de Miranda do Douro chamaram-me à realidade.
Três andores foram transportados para a frente da capela e iniciaram depois a descida em direcção à aldeia. Como em quase todos as procissões que tenho visto, os fieis eram poucos. Além das pessoas que transportavam os estandartes, bandeiras, andores e dos elementos da banda, poucos eram os que seguiram a pé, estrada abaixo.
Eu deixei a capela, pouco depois e continuei o meu caminho em direcção a Mogadouro. Ainda não foi este ano que acompanhei as cerimónias destas festas, mas, quem sabe...
15 de julho de 2010
Carvalho (I)
Coloquei hoje no Flickr esta trabalho a que chamei Carvalho (I). Trata-se de um carvalho que se encontra perto do Santuário de Nossa Senhora do Nazo, junto de do caminho que leva a Malhadas.
Nos meses de Verão o Planalto Mirandês cobre-se de tonalidades douradas e foi isso que eu quis transmitir nesta fotografia. Mesmo o desenho floral usado como textura é muita vezes usado em ouro, em relógios e outras peças. Já tenho saudades de pedalar pela imensidão do Planalto Mirandês em horas de calmaria.
Nos meses de Verão o Planalto Mirandês cobre-se de tonalidades douradas e foi isso que eu quis transmitir nesta fotografia. Mesmo o desenho floral usado como textura é muita vezes usado em ouro, em relógios e outras peças. Já tenho saudades de pedalar pela imensidão do Planalto Mirandês em horas de calmaria.
5 de julho de 2010
Duas Igrejas - Capela de S. Bartolomeu
A capela de S. Bartolomeu, em Duas Igrejas anda com obras profundas de recuperação. Junto à capela está um interessante e antigo cruzeiro.
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