22 de junho de 2010
Feira Medieval - dia 29 de Maio - Filme
O dia 29 de Maio foi tão intenso que, por mais fotografias que publique, ficará sempre muito por contar. Compilei algumas fotografias e pequenos vídeos feitos com a máquina fotográfica com um pouco do que se passou ao longo do dia. Para mais tarde recordar...
16 de junho de 2010
Feira Medieval - dia 29 de Maio
Nos dias 28, 29 e 30 de Maio realizou-se em Miranda do Douro uma Feira Medieval. Que eu tenha conhecimento, este foi o primeiro evento do género, embora alguns residentes tenham memória de ter havido algumas pequenas iniciativas.
Também foi uma novidade para mim o facto de me ter deslocado a Miranda do Douro no papel de turista, apesar da minha residência oficial continuar a ser nessa cidade. Mas foi na qualidade de turista que estive dia 29 e 30 a acompanhar grande parte do programa da feira.
Pelo que pude saber, o dia 28 foi muito animado, com a participação de alunos de escolas dos concelhos Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso. Muitas crianças integraram o desfile, talvez mais do que o número de assistentes, uma vez que realizando-se em dia de trabalho, só os pais de alguns alunos se podem ter deslocado à cidade para assistir. À noite houve animação no largo do castelo.
No Sábado, levantei-me cedo. Não queria perder nada dos acontecimentos. Rapidamente verifiquei que o programa era uma mera indicação, e que tudo iria ocorrer com pelo menos uma hora de atraso. Mas foi bom porque assim pude andar pelo recinto do largo do castelo, calmamente, apreciando tudo e cumprimentando alguns amigos que não via há bastante tempo.
Soube que a população da cidade se preparou durante alguns meses para o evento. Confeccionaram as roupas ao estilo da época medieval e planearam tabernas, comidas, artesanato e encenações. Os primeiros personagens que vi no Mercado eram pessoas conhecidas, mas começaram a aparecer pessoas de outras raças, negros, mouros, soldados, malabaristas, músicos e nobres.
Depois de aberto “oficialmente” o Mercado, a animação tomou conta de tudo e as pessoas começaram a surgir como que por encanto. É conhecida a afluência de espanhóis durante o fim-de-semana a Miranda do Douro e a Feira Medieval foi mais um atractivo de peso. Esta pequena cidade vive muito do comércio, e com uma grande quota da restauração. Este evento, tal como outros no passado e no presente, pretendem atrair mais gente do lado de lá da fronteira, uma vez que Espanha parece mais “próxima” do que Portugal. Pode ser que o IC5 venha alterar um pouco esta tendência, mas muito dificilmente isso acontecerá.
Passei toda a manhã no recinto do “Mercado”, visitando todas as barraquinhas, apreciando o artesanato e produtos da terra de Miranda. À hora de almoço o recinto ficou praticamente vazio. O sol intenso queimava e isso fez com que as barraquinhas de comes e bebes não tivessem muitos clientes.
Estava na hora de almoço mas não quis desperdiçar o intenso céu azul que tanto gosto de fotografar. Deixei o recinto do castelo e, em vez de ir almoçar, fiz uma volta rápida por toda a cidade antiga, tirando proveito da decoração e da luminosidade, que estava fenomenal. Foi uma volta cansativa, mas valeu a pena. Com tempo mostrarei algumas das fotografias que tirei.
Ao início da tarde aconteceu a chegada de D. Isabel. O cortejo começou na Av. Aranda de Duero e dirigiu-se depois para o Largo do Castelo. Nesta altura pode dizer-se que já havia uma multidão a acompanhar o cortejo.
Entre outras coisas, uma esbelta dançarina executou uma dança do ventre com tamanha graciosidade que, por momentos, se fez um grande silêncio na assistência. O cortejo seguiu depois para o jardim dos Frades Trinos, não sem antes parar no Largo da Sé. Aqui aconteceu uma das cenas mais caricatas, quando um par de noivos que se preparavam para a cerimónia se viu, sem mais nem menos, perante o Rei com toda a sua corte. O Rei prescindiu da prima nocte, mas o casal teve que integrar o grupo de baile e executar uma verdadeira dança palaciana perante os aplausos da assistência e dos seus convidados.
No jardim dos Frades Trinos realizou-se um torneio de armas de cortesia entre cavaleiros portugueses e castelhanos. Cavaleiros só havia um, mas isso não impediu que houvesse um grande espectáculo de lutas com espadas e exercícios com falcões. Deve ter sido um dos momentos mais apreciados dos três dias de festa. Adorei o cavaleiro e o seu cavalo, dois verdadeiros artistas.
De regresso ao Largo do Castelo fui surpreendido com um dos momentos mais entusiasmantes do evento: a actuação de um grupo de música medieval, penso que era da Bretanha, chamado Tornals. É fantástico como o som nos pode fazer viajar no tempo! A musicalidade, a indumentária e o entusiasmo dos executantes, foi tudo fantástico.
À noite decidi jantar no Mercado. Com o fresco da noite já todas as tasquinhas se encheram de clientes que se deliciaram com os mais variados manjares. Havia porco no espeto, javali, tripas e muitas outras iguarias servidas de forma pouco habitual, uma vez que havia algumas regras que era necessário respeitar.
Enquanto saboreei o meu jantar actuaram os Pauliteiros de Prado Gatão.
A Ceia Medieval, servida com todos os requintes no interior do castelo, não tinha muitos comensais. Eram mais os animadores que alegravam o banquete do que aqueles que comiam. Não cheguei a perceber o porquê desta situação. Não sei se foi o preço que afastou os clientes ou se a falta de informação. É que os acontecimentos sucediam-se e não era fácil estar a par de onde, e o que é que se estava a passar. Trouxe sempre o programa comigo e confesso que às vezes me senti perdido.
Ainda a ceia não tinha terminado e já uma mesnada leonesa raptava as freiras e as fechava na torre do castelo. Preparam-se os soldados para o resgate das freiras (que ao que parecia não queriam ser resgatadas). Armaram-se os pauliteiros com bestas, mas os castelhanos estavam mais interessados nas freiras e numa pipa de vinho (que era a sua perdição). Resgatadas as freiras, já não muito castas, armou-se um baile com os Pauliteiros.
Quase sem deixar respirar o público, as Lérias – Associação Cultural e a Caramonico, de Palaçoulo, apresentaram uma encenação, Caça ao Trasgo, que culminou com uma dança em que os tradicionais paus dos pauliteiros foram substituídos por verdadeiras espadas. O bater violento do metal ao ritmo da dança dos pauliteiros causava arrepios na assistência e causou também alguns ferimentos nos valentes bailadores. Dança, música, fogo e a virilidade dos jovens executantes cativaram o público que os aplaudiu com muito entusiasmo.
Depois de mais algumas danças medievais executadas por um grupo vindo de Óbidos, subiu ao palco para abrilhantar o resto da noite o grupo Galandum Galundaina. Tocaram algumas músicas do seu último álbum, lançado recentemente. Este grupo, formado por filhos da terra, é o mais conhecido e internacional grupo do Planalto Mirandês. Marcam presença em festivais de música tradicional pelo mundo inteiro, mas é em Miranda que se sentem em casa.
Perto da meia-noite regressei a casa. Não queria perder as actividades do dia 30 e tinha que descansar de um sábado intenso, com tantas cores, sons e sabores que os sentidos tiveram dificuldade em processar.
Também foi uma novidade para mim o facto de me ter deslocado a Miranda do Douro no papel de turista, apesar da minha residência oficial continuar a ser nessa cidade. Mas foi na qualidade de turista que estive dia 29 e 30 a acompanhar grande parte do programa da feira.
Pelo que pude saber, o dia 28 foi muito animado, com a participação de alunos de escolas dos concelhos Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso. Muitas crianças integraram o desfile, talvez mais do que o número de assistentes, uma vez que realizando-se em dia de trabalho, só os pais de alguns alunos se podem ter deslocado à cidade para assistir. À noite houve animação no largo do castelo.
No Sábado, levantei-me cedo. Não queria perder nada dos acontecimentos. Rapidamente verifiquei que o programa era uma mera indicação, e que tudo iria ocorrer com pelo menos uma hora de atraso. Mas foi bom porque assim pude andar pelo recinto do largo do castelo, calmamente, apreciando tudo e cumprimentando alguns amigos que não via há bastante tempo.
Soube que a população da cidade se preparou durante alguns meses para o evento. Confeccionaram as roupas ao estilo da época medieval e planearam tabernas, comidas, artesanato e encenações. Os primeiros personagens que vi no Mercado eram pessoas conhecidas, mas começaram a aparecer pessoas de outras raças, negros, mouros, soldados, malabaristas, músicos e nobres.
Depois de aberto “oficialmente” o Mercado, a animação tomou conta de tudo e as pessoas começaram a surgir como que por encanto. É conhecida a afluência de espanhóis durante o fim-de-semana a Miranda do Douro e a Feira Medieval foi mais um atractivo de peso. Esta pequena cidade vive muito do comércio, e com uma grande quota da restauração. Este evento, tal como outros no passado e no presente, pretendem atrair mais gente do lado de lá da fronteira, uma vez que Espanha parece mais “próxima” do que Portugal. Pode ser que o IC5 venha alterar um pouco esta tendência, mas muito dificilmente isso acontecerá.
Passei toda a manhã no recinto do “Mercado”, visitando todas as barraquinhas, apreciando o artesanato e produtos da terra de Miranda. À hora de almoço o recinto ficou praticamente vazio. O sol intenso queimava e isso fez com que as barraquinhas de comes e bebes não tivessem muitos clientes.
Estava na hora de almoço mas não quis desperdiçar o intenso céu azul que tanto gosto de fotografar. Deixei o recinto do castelo e, em vez de ir almoçar, fiz uma volta rápida por toda a cidade antiga, tirando proveito da decoração e da luminosidade, que estava fenomenal. Foi uma volta cansativa, mas valeu a pena. Com tempo mostrarei algumas das fotografias que tirei.
Ao início da tarde aconteceu a chegada de D. Isabel. O cortejo começou na Av. Aranda de Duero e dirigiu-se depois para o Largo do Castelo. Nesta altura pode dizer-se que já havia uma multidão a acompanhar o cortejo.
Entre outras coisas, uma esbelta dançarina executou uma dança do ventre com tamanha graciosidade que, por momentos, se fez um grande silêncio na assistência. O cortejo seguiu depois para o jardim dos Frades Trinos, não sem antes parar no Largo da Sé. Aqui aconteceu uma das cenas mais caricatas, quando um par de noivos que se preparavam para a cerimónia se viu, sem mais nem menos, perante o Rei com toda a sua corte. O Rei prescindiu da prima nocte, mas o casal teve que integrar o grupo de baile e executar uma verdadeira dança palaciana perante os aplausos da assistência e dos seus convidados.
No jardim dos Frades Trinos realizou-se um torneio de armas de cortesia entre cavaleiros portugueses e castelhanos. Cavaleiros só havia um, mas isso não impediu que houvesse um grande espectáculo de lutas com espadas e exercícios com falcões. Deve ter sido um dos momentos mais apreciados dos três dias de festa. Adorei o cavaleiro e o seu cavalo, dois verdadeiros artistas.
De regresso ao Largo do Castelo fui surpreendido com um dos momentos mais entusiasmantes do evento: a actuação de um grupo de música medieval, penso que era da Bretanha, chamado Tornals. É fantástico como o som nos pode fazer viajar no tempo! A musicalidade, a indumentária e o entusiasmo dos executantes, foi tudo fantástico.
À noite decidi jantar no Mercado. Com o fresco da noite já todas as tasquinhas se encheram de clientes que se deliciaram com os mais variados manjares. Havia porco no espeto, javali, tripas e muitas outras iguarias servidas de forma pouco habitual, uma vez que havia algumas regras que era necessário respeitar.
Enquanto saboreei o meu jantar actuaram os Pauliteiros de Prado Gatão.
A Ceia Medieval, servida com todos os requintes no interior do castelo, não tinha muitos comensais. Eram mais os animadores que alegravam o banquete do que aqueles que comiam. Não cheguei a perceber o porquê desta situação. Não sei se foi o preço que afastou os clientes ou se a falta de informação. É que os acontecimentos sucediam-se e não era fácil estar a par de onde, e o que é que se estava a passar. Trouxe sempre o programa comigo e confesso que às vezes me senti perdido.
Ainda a ceia não tinha terminado e já uma mesnada leonesa raptava as freiras e as fechava na torre do castelo. Preparam-se os soldados para o resgate das freiras (que ao que parecia não queriam ser resgatadas). Armaram-se os pauliteiros com bestas, mas os castelhanos estavam mais interessados nas freiras e numa pipa de vinho (que era a sua perdição). Resgatadas as freiras, já não muito castas, armou-se um baile com os Pauliteiros.
Quase sem deixar respirar o público, as Lérias – Associação Cultural e a Caramonico, de Palaçoulo, apresentaram uma encenação, Caça ao Trasgo, que culminou com uma dança em que os tradicionais paus dos pauliteiros foram substituídos por verdadeiras espadas. O bater violento do metal ao ritmo da dança dos pauliteiros causava arrepios na assistência e causou também alguns ferimentos nos valentes bailadores. Dança, música, fogo e a virilidade dos jovens executantes cativaram o público que os aplaudiu com muito entusiasmo.
Depois de mais algumas danças medievais executadas por um grupo vindo de Óbidos, subiu ao palco para abrilhantar o resto da noite o grupo Galandum Galundaina. Tocaram algumas músicas do seu último álbum, lançado recentemente. Este grupo, formado por filhos da terra, é o mais conhecido e internacional grupo do Planalto Mirandês. Marcam presença em festivais de música tradicional pelo mundo inteiro, mas é em Miranda que se sentem em casa.
Perto da meia-noite regressei a casa. Não queria perder as actividades do dia 30 e tinha que descansar de um sábado intenso, com tantas cores, sons e sabores que os sentidos tiveram dificuldade em processar.
9 de junho de 2010
Dia de Primeira Comunhão
Grupo de crianças que fez a sua primeira comunhão na Sé de Miranda do Douro, no dia 3 de Junho de 2010.
5 de junho de 2010
Procissão do Corpo de Deus
No dia 3 de Junho realizou-se na Sé de Miranda a Festa do Corpo de Deus à qual se seguiu uma procissão pelas ruas mais antigas da cidade.
Esta festa coincidiu, como habitualmente, com as primeiras comunhões das criança, o que fez com que as cerimónias fossem mais festivas e mais participadas.
Incompreensivelmente o parque de estacionamento junto à Sé está encerrado. Aparentemente está pronto! Estranhei esta situação durante a Feira Medieval e acabou por causar algum transtorno também no dia do Corpo de Deus. Até o senhor padre fez ouvir os seus protesto do altar, devido ao caótico estacionamento feito em frente à Sé que dificultou a procissão.
Esta festa coincidiu, como habitualmente, com as primeiras comunhões das criança, o que fez com que as cerimónias fossem mais festivas e mais participadas.
Incompreensivelmente o parque de estacionamento junto à Sé está encerrado. Aparentemente está pronto! Estranhei esta situação durante a Feira Medieval e acabou por causar algum transtorno também no dia do Corpo de Deus. Até o senhor padre fez ouvir os seus protesto do altar, devido ao caótico estacionamento feito em frente à Sé que dificultou a procissão.
31 de maio de 2010
Feira Medieval - Fotografias (1)
Cheguei há pouco de Miranda do Douro, onde acompanhei algumas actividades da Feira Medieval. Depois de descarregar as fotografias, mais de 1500, fiquei indeciso sobre as que poderia publicar em primeiro lugar. Optei por pequenos pormenores, rostos e olhares que fui "caçando" no meio da multidão.
Fotografia 1: Pauliteiricos de Miranda
Fotografia 2 : Animação de rua, no largo da feira (castelo)
Fotografia 3: A Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA) também esteve presente e proporcionou passeios de burro. Aqui foi um cachoro que fez o passeio, mas não se sentiu muito à vontade.
Fotografia 4: Este pedinte foi das caracterizações mais espectaculares que se puderam observar. Além da caracterização é, certamente, um grande actor. As crianças corriam a depositar umas moedinhas no chapéu do "coitado".
Fotografia 5: Nesta fotografia podemos ver algumas caras conhecidas de Miranda. Trata-se da barraquinha de Malhadas, onde tive a oportunidade de provar alguns petiscos. Parabéns Caniggia :).
Nos próximos dias publicarei mais fotografias dos momentos mais marcantes que presenciei.
Fotografia 1: Pauliteiricos de Miranda
Fotografia 2 : Animação de rua, no largo da feira (castelo)
Fotografia 3: A Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA) também esteve presente e proporcionou passeios de burro. Aqui foi um cachoro que fez o passeio, mas não se sentiu muito à vontade.
Fotografia 4: Este pedinte foi das caracterizações mais espectaculares que se puderam observar. Além da caracterização é, certamente, um grande actor. As crianças corriam a depositar umas moedinhas no chapéu do "coitado".
Fotografia 5: Nesta fotografia podemos ver algumas caras conhecidas de Miranda. Trata-se da barraquinha de Malhadas, onde tive a oportunidade de provar alguns petiscos. Parabéns Caniggia :).
Nos próximos dias publicarei mais fotografias dos momentos mais marcantes que presenciei.
28 de maio de 2010
18 de maio de 2010
Capela de Santa Marinha
Fotografia bastante trabalhada, com o frontispício da capela de Santa Marinha, em Cércio. Os postes de granitos espetados à frente da porta principal são bastante enigmáticos. Também numa antiga capela em Vila Chã da Braciosa há algo semelhante.
4 de maio de 2010
PROGRAMA “ Miranda Medieval” 28, 29 e 30 de Maio 2010
28 de Maio - Dia dedicado à juventude
10h – Abertura do Mercado e leitura do Edital
Leitura da Carta Régia em que se faz mercê ao concelho com o aprazamento da feira
Animação de Rua. Comeres de sabor medieval e beberes de aroma nas tabernas do Burgo;
14h – Entrada Régia de D. Dinis e cortejo pelas praças do burgo:
15.30h – Largo da Sé – Escrita e leitura do Foral
Por ordem del-rei D. Dinis criam-se os corpos de besteiros do conto e entregam-se
as Bestas aos vilões do Concelho;
Cantigas de D. Dinis;
Festejos populares e corrida de carroças dos petizes;
Mostra de armas na Praça do Burgo;
Animação de Rua.
20h - Comeres de sabor medieval e beberes de aroma nas tabernas do Burgo;
(Ceia Medieval no chapitô)
Cantigas de amigo por trovadores galaicoportugueses e anúncio da adopção da
língua vulgar como língua portuguesa nos termos de escrituração e em todos os documentos;
21h- Espectáculo “Caça ao Trasgo”
22h - Concerto Nocturno pelos La Tropa Tornals (França)
Danças e Bailarinas nos Terreiros do Mercado
Espectáculo de malabarismo de fogo sobre a lenda do Mirandum;
29 de Maio - Dia dedicado às freguesias
10h - Abertura do Mercado e leitura do edital
Animação de Rua
Provas de destreza e perícia com bestas e arcos;
Comeres de petiscos serranos e beberes frescos nas tabernas do burgo;
14.30h – D. Dinis vai receber D. Isabel ao início da Av. Aranda de Duero;
Cortejo: Av. Aranda de Duero Jardim dos Frades Trinos
16h – Torneio de Armas de cortesia a cavalo entre cavaleiros portugueses e castelhanos Animação de Rua
O ataque do saltimbanco na charneca Exercícios de falcoaria
20h - Comeres de Antanho com tempero raiano e beberes suaves nas tabernas do burgo
Ceia Medieval no Chapitô;
21h- Espectáculo “Caça ao Trasgo”
Assalto ao castelo por uma mesnada leonesa;
O rapto das freiras e o seu resgate da Torre para onde haviam sido enclausuradas pelos castelhanos;
A festa sarracena com danças do ventre, danças sufi e a arte do encantador de serpentes;
22h - Concerto com os Galandum Galundaina e malabarismo de fogo;
30 de Maio - Dia “A Festa do Povo”
10h - Abertura do Mercado e leitura do edital;
Animação de Rua – Grupo “Al Medievo”
11h – Missa Medieval
12h – Chegada dos romeiros de Santiago de Compostela e seu agasalho;
12.30h – Comeres tradicionais e beberes de mão-cheia nas tabernas do burgo;
14.30h – Largo do Castelo – D. Dinis confirma a autorização papal para a ordem de Santiago eleger um provincial independente da Hispânia e anuncia a criação da ordem de Cristo com os bens dos templários;
15h – Concentração para o cortejo (Largo da Moagem)
Chegada de D. Afonso X que entra pela Av. Aranda de Duero e se dirige ao castelo;
16h – Largo do Castelo: Desfile de trajes e andrajes e licitação de alguns cativos;
O cortejo contínua pela Rua Mouzinho de Albuquerque – Largo D. João III – Largo da Sé – Jardim dos Frades Trinos.
Torneio de armas a cavalo em homenagem a D. Afonso X;
Trovadores cantam cantigas de Santa Maria de Afonso X, o sábio;
Comeres regionais com tempero do planalto e beberes fortes nas tabernas do Burgo;
Juízo Eclesiástico de heréticos e relapsos e seus castigos;
Danças e folguedos na praça do Burgo;
Lavagem dos cestos e almotolias;
18h – Concerto medieval (Sé Catedral)
20h – Encerramento dos festejos
10h – Abertura do Mercado e leitura do Edital
Leitura da Carta Régia em que se faz mercê ao concelho com o aprazamento da feira
Animação de Rua. Comeres de sabor medieval e beberes de aroma nas tabernas do Burgo;
14h – Entrada Régia de D. Dinis e cortejo pelas praças do burgo:
15.30h – Largo da Sé – Escrita e leitura do Foral
Por ordem del-rei D. Dinis criam-se os corpos de besteiros do conto e entregam-se
as Bestas aos vilões do Concelho;
Cantigas de D. Dinis;
Festejos populares e corrida de carroças dos petizes;
Mostra de armas na Praça do Burgo;
Animação de Rua.
20h - Comeres de sabor medieval e beberes de aroma nas tabernas do Burgo;
(Ceia Medieval no chapitô)
Cantigas de amigo por trovadores galaicoportugueses e anúncio da adopção da
língua vulgar como língua portuguesa nos termos de escrituração e em todos os documentos;
21h- Espectáculo “Caça ao Trasgo”
22h - Concerto Nocturno pelos La Tropa Tornals (França)
Danças e Bailarinas nos Terreiros do Mercado
Espectáculo de malabarismo de fogo sobre a lenda do Mirandum;
29 de Maio - Dia dedicado às freguesias
10h - Abertura do Mercado e leitura do edital
Animação de Rua
Provas de destreza e perícia com bestas e arcos;
Comeres de petiscos serranos e beberes frescos nas tabernas do burgo;
14.30h – D. Dinis vai receber D. Isabel ao início da Av. Aranda de Duero;
Cortejo: Av. Aranda de Duero Jardim dos Frades Trinos
16h – Torneio de Armas de cortesia a cavalo entre cavaleiros portugueses e castelhanos Animação de Rua
O ataque do saltimbanco na charneca Exercícios de falcoaria
20h - Comeres de Antanho com tempero raiano e beberes suaves nas tabernas do burgo
Ceia Medieval no Chapitô;
21h- Espectáculo “Caça ao Trasgo”
Assalto ao castelo por uma mesnada leonesa;
O rapto das freiras e o seu resgate da Torre para onde haviam sido enclausuradas pelos castelhanos;
A festa sarracena com danças do ventre, danças sufi e a arte do encantador de serpentes;
22h - Concerto com os Galandum Galundaina e malabarismo de fogo;
30 de Maio - Dia “A Festa do Povo”
10h - Abertura do Mercado e leitura do edital;
Animação de Rua – Grupo “Al Medievo”
11h – Missa Medieval
12h – Chegada dos romeiros de Santiago de Compostela e seu agasalho;
12.30h – Comeres tradicionais e beberes de mão-cheia nas tabernas do burgo;
14.30h – Largo do Castelo – D. Dinis confirma a autorização papal para a ordem de Santiago eleger um provincial independente da Hispânia e anuncia a criação da ordem de Cristo com os bens dos templários;
15h – Concentração para o cortejo (Largo da Moagem)
Chegada de D. Afonso X que entra pela Av. Aranda de Duero e se dirige ao castelo;
16h – Largo do Castelo: Desfile de trajes e andrajes e licitação de alguns cativos;
O cortejo contínua pela Rua Mouzinho de Albuquerque – Largo D. João III – Largo da Sé – Jardim dos Frades Trinos.
Torneio de armas a cavalo em homenagem a D. Afonso X;
Trovadores cantam cantigas de Santa Maria de Afonso X, o sábio;
Comeres regionais com tempero do planalto e beberes fortes nas tabernas do Burgo;
Juízo Eclesiástico de heréticos e relapsos e seus castigos;
Danças e folguedos na praça do Burgo;
Lavagem dos cestos e almotolias;
18h – Concerto medieval (Sé Catedral)
20h – Encerramento dos festejos
2 de maio de 2010
Paisagens de Miranda
Uma imagem frequente, mas cada vez mais rara, uma manada de vacas de raça mirandesa a pastar tranquilamente. Ao fundo vemos a cidade de Miranda do Douro com a Sé a elevar-se sobre o resto das construções.
26 de abril de 2010
Festa das Aves
A Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA, www.aepga.pt), juntamente, com as entidades parceiras envolvidas no projecto - Plano de Emergência para a Recuperação de 3 Espécies de Aves Rupícolas (PEAR, www.rupicolas.com) pretende realizar um fim-de-semana temático dedicado às Aves, nomeadamente, às três espécies alvo do projecto (Águia de Bonelli Aquila fasciata, Cegonha Preta Ciconia nigra e Abutre do Egipto Neophron percnopterus). A FESTA DAS AVES decorrerá entre os dias 14 e 17 Maio de 2010, na aldeia de Vila Chã de Braciosa, situada no concelho de Miranda do Douro, dentro dos limites do Parque Natural do Douro Internacional (PNDI).
A FESTA DAS AVES foi delineada com o intuito de promover a valorização da natureza através das aves. O objectivo primordial é sensibilizar para a preservação das aves através de uma diversidade de actividades que incluem caminhadas na natureza para observação e identificação de aves, identificação de ameaças e análise dos problemas de conservação e respectivas soluções, interpretação ecológica, palestras, tertúlias, mostra de filme documentários, eventos artísticos (música, teatro, contos e poesia), actividades para crianças (pintura-facial, jogos lúdico-pedagógicos, manualidades como oficinas de construção de pinhas alimentares, comedouros e bebedouros para aves, construção de ninhos artificiais, etc…), exposições (desenho científico, fotografia), entre outras. Entre as inúmeras actividades propostas pretendemos que, cada vez mais pessoas, aprendam a apreciar as aves que convivem connosco no dia-a-dia.
Participe!
ENTRADA LIVRE!
De 14 a 17 de Maio: FESTA DAS AVES, aldeia de Vila Chã de Braciosa, concelho de Miranda do Douro
Fonte: mensagem eMail da AEPGA
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